SET / 26
NOTICIA
4 MIN 23 SEG DE LEITURA
Uma estudante de Direito que levou Inteligência Artificial (IA) para a rotina de um escritório de advocacia. Um aluno de Ciência da Computação que desenvolveu um bot para ajudar a avaliar portais da transparência. E uma estudante de Pedagogia que participou da transformação de uma plataforma criada para vendas em ambiente de aprendizagem. Em áreas completamente diferentes, Anabela Pires, Luigi Lima e Keylly Ribeiro tiveram algo em comum nesta quarta-feira (30 de setembro): subiram ao lugar mais alto do pódio da categoria Estagiário Inovador da 22ª edição do Prêmio IEL 2026, respectivamente nas modalidades micro e pequena, média e grande empresa. A premiação foi realizada no Salão de Eventos Daniel Vianna, na Casa da Indústria, em Goiânia.
“Esses projetos traduzem exatamente o profissional que a indústria e o mercado precisam: gente capaz de aprender, propor soluções e transformar conhecimento em resultado. O mais importante é perceber que a inovação pode nascer em qualquer área — no Direito, na tecnologia, na educação ou na gestão — quando existe oportunidade para que os jovens desenvolvam seu potencial”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha.
A 22ª edição estadual do prêmio reuniu estudantes, bolsistas, aprendizes, empresas e instituições de ensino. A cerimônia fechou uma edição que teve 112 candidaturas validadas em Goiás e definiu os representantes goianos que avançam à etapa nacional, prevista para 2 de dezembro, em Curitiba.
IDEIAS SAÍRAM DA SALA DE AULA
No pódio de Micro e Pequenas Empresas, Anabela Pires, de 22 anos, conquistou o primeiro lugar pelo trabalho desenvolvido no GMPR Advogados. Estudante de Direito e também de Administração na PUC Goiás, ela estruturou o Projeto Atlas, combinando gestão do conhecimento, padronização de atividades e uso de inteligência artificial para dar mais eficiência à rotina jurídica. A iniciativa foi construída a partir da identificação de gargalos reais do escritório e chegou a gerar centenas de peças jurídicas a partir de bases estruturadas.
“Ganhar o prêmio estagiária inovadora me mostra que continuei avançando, só que de uma forma que eu nunca imaginava. No projeto, consegui unir muito do que aprendi na Administração com aquilo que vivo no Direito”, contou Anabela. "Pessoalmente, tenho uma história com o IEL há muito tempo. Já contratei pessoas pelo IEL quando tinha empresa e meus pais são professores. Essa conquista é uma satisfação muito grande, inclusive para meus familiares. Profissionalmente, o reconhecimento no escritório é algo que me deixar muito feliz”, completou.
Na Médias Empresas, o campeão foi Luigi Lima Cruz, de 22 anos, estudante de Ciência da Computação da Universidade Paulista (UNIP) e estagiário do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO). Ele participou do desenvolvimento de um bot - programa de computador projetado para realizar tarefas automatizadas e repetitivas de forma rápida - destinado à análise de portais da transparência dos municípios goianos.
“O estágio me forçou a atingir um patamar muito maior. Quando a gente trabalha com dados públicos, precisa ter um cuidado maior e um rigor técnico muito alto. Representar o TCM é muito gratificante e esse prêmio é um passo importante para o meu currículo”, afirmou Luigi.
Entre as grandes empresas, o primeiro lugar ficou com Keylly Ribeiro de Castro Silva, de 24 anos, com trabalho desenvolvido na Unidade Digital Integrada Sesi/Senai (UniDigital). A estudante de Pedagogia, da Universidade Federal de Goiás (UFG), participou de um projeto que adaptou uma plataforma originalmente voltada a vendas para transformá-la em ambiente de aprendizagem, abrindo espaço para a oferta de cursos em novo formato.
“Foi um projeto que teve bastante dificuldade para sair do papel, mas deu muito certo. Isso me mostra que realmente sou capaz de levar educação. Profissionalmente, mostra também que estou no ambiente certo. A nossa unidade se mobilizou bastante para que realmente acontecesse. Todo o suporte de que precisei estava disponível. Pessoalmente, representa que sou capaz”, disse Keylly.
O vice-presidente da Fieg e diretor do IEL Goiás, Flávio Rassi, destacou que o resultado vai além dos projetos premiados. “O estágio é uma etapa de formação, mas também pode ser um ambiente de inovação. Quando a empresa abre espaço para o estudante observar um problema, propor uma solução e participar de sua execução, todos ganham. O jovem se desenvolve e a organização recebe novas ideias, novos olhares e soluções que podem aumentar sua eficiência”, afirmou.
EMPRESAS E EDUCAÇÃO
No reconhecimento às organizações, a Agroquima de Rio Verde, o Sicoob Engecred e o Grupo Piracanjuba venceram, respectivamente, as modalidades de Micro e Pequena, Média e Grande Empresa. Entre as instituições do Sistema S, o primeiro lugar ficou com o Sebrae Goiás.
Na Educação Inovadora, a PUC Goiás voltou ao topo entre as instituições de ensino superior. O Instituto Federal de Goiás (IFG) venceu no ensino técnico, enquanto o Senai Jardim Colorado conquistou o primeiro lugar entre as instituições do Sistema S. Na Aprendizagem, o primeiro lugar foi para a AllRede, seguida pela Brainfarma.
Os vencedores estaduais seguem agora a trilha da etapa nacional do Prêmio IEL, que em 2026 registrou o maior número de inscrições de sua história, com 1.093 projetos em todo o País.
Sustentabilidade leva projeto goiano ao topo do Inova Talentos
Pesquisa aplicada, sustentabilidade e solução de problemas reais da indústria marcaram a disputa do Inova Talentos na etapa goiana do Prêmio IEL 2026, a 22ª edição. O primeiro lugar ficou com Marta Pereira da Luz, com o projeto Sustentabilidade Mensurável, relacionado à Inova Farma/RenovaNutriex. O segundo lugar foi conquistado por projeto do Laboratório Teuto Brasileiro, voltado à fotodegradação de antibióticos presentes em efluentes da indústria farmacêutica.
O projeto vencedor desenvolveu ferramentas para transformar dados ambientais em informações úteis para a gestão da indústria. Uma das soluções automatiza a análise de matérias-primas a partir de informações sobre toxicidade, ecotoxicidade, degradabilidade e persistência ambiental. Outra calcula o carbono equivalente gerado pela frota de distribuição e a compensação ambiental necessária.
Para Marta, o resultado reforça a importância de aproximar pesquisadores e empresas.
“Fico muito feliz com essa conquista que não é só minha, mas de toda uma equipe competente e determinada que trabalha sério e em parceria para fazer o melhor trabalho. É muito bom ver essa ligação entre empresas, academia, inovação”, salientou Marta, que também é professora universitária na PUC-GO.
O superintendente do IEL Goiás, Humberto Oliveira, ressaltou que essa aproximação é uma das principais marcas do Inova Talentos. “É quando o conhecimento científico encontra um desafio concreto da empresa que a inovação ganha força. O Inova Talentos foi criado justamente para fazer essa ponte e permitir que pesquisadores levem conhecimento avançado para dentro das organizações, gerando soluções, competitividade e desenvolvimento para Goiás. Fico muito satisfeito vendo projetos com grandes resultados e que merecem ser premiados”, salientou.
O segundo lugar ficou com uma pesquisa desenvolvida no Laboratório Teuto, em Anápolis, para otimizar a fotodegradação de antibióticos presentes em efluentes farmacêuticos. O trabalho está ligado a um desafio ambiental relevante: reduzir a presença de resíduos de medicamentos em sistemas hídricos por meio de processos de tratamento mais eficientes e sustentáveis.
Para a gerente de Carreiras do IEL Goiás, Tarciana Nascimento, o conjunto de projetos premiados evidencia a amplitude da atuação da instituição. “O Prêmio permite enxergar uma verdadeira trilha de desenvolvimento. Temos o jovem aprendiz começando sua experiência, o universitário transformando o estágio em espaço de inovação e pesquisadores colocando conhecimento científico a serviço das empresas. São fases diferentes de uma mesma missão: formar pessoas e criar oportunidades para que elas transformem o mercado. Como participamos de todas essas fases, nos dá muito orgulho em ver que o trabalho desenvolvido pelo IEL ao lado das empresas e instituições de ensino geram tantos frutos para o nosso estado”, ressaltou.
Os primeiros colocados da etapa regional seguem para a disputa nacional. Pela regra de 2026, projetos vencedores no País também poderão alcançar uma nova vitrine: caso atendam aos requisitos estabelecidos, iniciativas de inovação poderão ser indicadas ao GIMI Innovation Awards, ampliando a possibilidade de reconhecimento internacional.
* Veja aqui, nesta quinta-feira (1ºde outubro), a cobertura completa do evento
RESULTADO FINAL DO PRÊMIO IEL 2026
CATEGORIA ESTÁGIO
EDUCAÇÃO INOVADORA
Superior
1º lugar: Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás)
2º lugar: Faculdade Sul-Americana (UniFASAM)
3º lugar: Centro Universitário do Distrito Federal (UDF)
Técnico
1º lugar: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) — Campus Goiânia
2º lugar: Colégio Vitória
Sistema S
1º lugar: Senai Jardim Colorado
2º lugar: Escola Senai Vila Canaã
3º lugar: Sesi Senai Jataí
EMPRESA INOVADORA
Micro e Pequenas Empresas
1º lugar
Empresa: Agroquima Produtos Agropecuários Ltda. — Rio Verde
2º lugar
Empresa: GMPR Advogados
3º lugar
Empresa: Procon Itumbiara
Médias Empresas
1º lugar
Empresa: Sicoob Engecred
2º lugar
Empresa: Prefeitura de Gouvelândia
3º lugar
Empresa: Prefeitura de São Simão
Grandes Empresas
1º lugar
Empresa: Grupo Piracanjuba
2º lugar
Empresa: Opus Incorporadora
3º lugar
Empresa: Agroquima Produtos Agropecuários Ltda. — Goiânia
Sistema S
1º lugar
Empresa: Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Goiás (Sebrae Goiás)
2º lugar
Empresa: Sesi Planalto
3º lugar
Empresa: Faculdade de Tecnologia Senai Ítalo Bologna – Senai LabFashion
ESTAGIÁRIO INOVADOR
Micro e Pequenas Empresas
1º lugar
Empresa: GMPR Advogados
Estagiária: Anabela Pires de Campos Telles Leal Diniz
Supervisora: Bruna da Silva Machado
2º lugar
Empresa: Senai Canaã/Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos, Bebidas e Cosméticos
Estagiária: Olivia do Nascimento Chagas
Supervisor: Gabriel Xavier Siqueira
3º lugar
Empresa: Senai Canaã/Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos, Bebidas e Cosméticos
Estagiária: Débora Raquel Costa Campos
Supervisora: Pollyene de Jesus Prado
Médias Empresas
1º lugar
Empresa: Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO)
Estagiário: Luigi Lima Cruz
Supervisor: Haniel Lúcio Meneses Lopes
2º lugar
Empresa: Sebrae Goiás
Estagiária: Giovana Pereira Passos
Supervisora: Bárbara Queiroz de Melo Alencar
3º lugar
Empresa: Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO)
Estagiário: Luiz Felipe Borges Siqueira
Supervisor: Haniel Lúcio Meneses Lopes
Grandes Empresas
1º lugar
Empresa: Unidade Digital Integrada Sesi/Senai (UniDigital)
Estagiária: Keylly Ribeiro de Castro Silva
Supervisor: Paulo de Sá Filho
2º lugar
Empresa: Unidade Digital Integrada Sesi/Senai (UniDigital)
Estagiário: Rhyan Pablo Elias Amaral Souza
Supervisor: Paulo de Sá Filho
3º lugar
Empresa: Grupo Piracanjuba
Estagiário: Guilherme Valle Monturil Cavalcanti
Supervisor: Paulo Vitor Barbosa de Campos
CATEGORIA APRENDIZAGEM
1º lugar
Empresa: AllRede Serviços Digitais
Aprendiz: Evaristo Afonso Siqueira Dutra
2º lugar
Empresa: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica
Aprendiz: Adrieli Pereira da Silva
CATEGORIA INOVA TALENTOS
PROJETO INOVADOR
1º lugar
Equipe: Marta Pereira da Luz, Clara Racine Amore e Fabiana Vieira da Silva
Empresa indicada na planilha de resultado: Innovapharma Brasil Farmacêutica
2º lugar
Equipe: Osmar Vieira da Silva, Aretha Duarte, Lucas Danilo, Rafael Ravagnani da Costa e Rodrigo Nunes de Souza
Empresa: Laboratório Teuto Brasileiro S/A
PRÊMIO IEL SOCIAL
Foram 350 quilos de alimentos não-perecíveis arrecadados
1º lugar – Sebrae: 143 kg
2º lugar – UDF: 107 kg
3º lugar – UniDigital: 100 kg
CONHEÇA OS PROJETOS DOS FINALISTAS
ESTAGIÁRIO INOVADOR — MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Anabela Pires de Campos Telles Leal Diniz — Projeto Atlas
Empresa: GMPR Advogados
Instituição de ensino: PUC Goiás
Curso: Direito.
Resumo: O Atlas nasceu da identificação de oportunidades de melhoria na rotina do escritório. Reúne inteligência artificial, gestão de produtividade, mapeamento comportamental, bancos de dados, checklists e ferramentas de gestão do conhecimento. Foram criados mais de 30 instrumentos. O projeto reduziu, por exemplo, o tempo médio de elaboração de contestações de 480 para 150 minutos e permitiu a produção automatizada e padronizada de 450 peças jurídicas. A estimativa é reduzir em cerca de 70% o tempo gasto por tarefa.
Olivia do Nascimento Chagas — Comunica IST
Empresa: Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos, Bebidas e Cosméticos – Senai Vila Canaã
Instituição de ensino: UniGoiânia
Curso: Publicidade e Propaganda.
Resumo: O projeto modernizou a comunicação do Instituto, transformando conteúdos técnicos e científicos em materiais mais acessíveis para diferentes públicos. Olivia integrou design, audiovisual, marketing, IA e comunicação na produção de campanhas, vídeos, apresentações e materiais comerciais. A iniciativa aproximou áreas como metrologia, microbiologia, físico-química, P&D e consultoria e alcançou mais de 180 mil visualizações no Instagram entre março e maio.
Débora Raquel Costa Campos — Ferramenta de controle de MRCs
Empresa: Senai Canaã/Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos, Bebidas e Cosméticos
Instituição de ensino: Universidade Federal de Goiás (UFG)
Curso: Engenharia de Alimentos
Resumo: A revista não apresenta um título formal para o projeto. A proposta cria uma ferramenta integrada para rastrear Materiais de Referência Certificados utilizados no laboratório de físico-química. O sistema centraliza consumo, estoque, validade, reposição e cadeia de custódia, substituindo consultas manuais. A solução busca reduzir falhas, vencimentos, retrabalho e desabastecimento e ampliar a segurança de auditorias e a rastreabilidade exigida pela ISO/IEC 17025.
ESTAGIÁRIO INOVADOR — MÉDIAS EMPRESAS
Luigi Lima Cruz — LUME
Empresa: Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO)
Instituição de ensino: Universidade Paulista (UNIP)
Curso: Ciência da Computação.
Resumo: O LUME — Localizador Unificado de Métricas e Evidências — automatiza a auditoria da transparência pública. O robô percorre mais de 390 portais ligados aos 246 municípios goianos e verifica critérios relacionados a LGPD, dados abertos e serviços digitais. Já realizou 3.450 auditorias, com tempo médio de cerca de 25 segundos por portal. Possui tecnologia própria para leitura de documentos digitalizados, com precisão informada de 92%, além de painel de indicadores e mapa interativo.
Giovana Pereira Passos — JURI.A
Empresa: Sebrae Goiás
Instituição de ensino: Universidade Estadual de Goiás (UEG)
Curso: Direito
Resumo: O JURI.A — Inteligência Jurídica com Alma Humana — é uma plataforma em desenvolvimento para integrar automação contratual, LGPD, governança ESG e inteligência de risco. A proposta adota o conceito “IA + Humano”: a tecnologia apoia, mas não substitui a análise jurídica. O projeto estima reduzir de 60% a 70% o tempo de elaboração dos contratos e cerca de 50% do retrabalho, podendo futuramente ser adaptado para micro e pequenas empresas.
Luiz Felipe Borges Siqueira — CORA
Empresa: Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO)
Instituição de ensino: Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera
Curso: Ciência da Computação pela UNIP.
Resumo: O CORA é a primeira plataforma digital de inovação do TCM-GO. Reúne soluções tecnológicas, projetos de inovação e um Canal de Ideias para participação dos servidores. A plataforma foi reconstruída do zero e ganhou recursos de acessibilidade, modo escuro, vídeos e novas funcionalidades. O canal já recebeu sete propostas, duas foram aprovadas e uma implementada. Também reúne sete inovações e sete soluções ativas do Tribunal.
ESTAGIÁRIO INOVADOR — GRANDES EMPRESAS
Keylly Ribeiro de Castro Silva — Play Whats
Empresa: Unidade Digital Integrada Sesi/Senai (UniDigital)
Instituição de ensino: Universidade Federal de Goiás (UFG)
Curso: Pedagogia
Resumo: O Play Whats internalizou a produção de cursos para WhatsApp e reduziu a dependência de fornecedores externos. A equipe adaptou a plataforma BLiP, originalmente voltada a vendas e atendimento, para aprendizagem interativa. Foram produzidos 37 cursos, com produtividade de até dois cursos por dia por profissional, 99% de assertividade de prazos e redução de 50% no período de testes e ajustes. Os microcursos já alcançaram mais de 100 mil usuários.
Rhyan Pablo Elias Amaral Souza — SICRE
Empresa: Unidade Digital Integrada Sesi/Senai (UniDigital)
Instituição de ensino: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) — Campus Trindade
Curso: Engenharia da Computação
Resumo: O Sistema Interno de Controle de Recursos e Equipamentos substituiu planilhas e procedimentos manuais por uma plataforma digital de controle e agendamento. O SICRE registra movimentações, usuário responsável e estado físico dos equipamentos, garantindo rastreabilidade dos empréstimos e auditoria em tempo real. O sistema também implantou checagem na entrega e devolução para identificar avarias ou acessórios ausentes e reduzir custos e paralisações.
Guilherme Valle Monturil Cavalcanti — Projeto Retém e PDCA Devolução
Empresa: Grupo Piracanjuba / Laticínios Bela Vista
Instituição de ensino: Universidade Federal de Goiás (UFG)
Curso: Física
Resumo: O trabalho reúne iniciativas de melhoria contínua e gestão, com destaque para o Projeto Retém e o PDCA Devolução. O Retém buscou reduzir a saída de colaboradores nos primeiros 90 dias e os desligamentos voluntários. Os resultados apontam queda de 23,88% na participação dos desligamentos voluntários e de 39,90% nos desligamentos iniciais. Foram desenvolvidos dashboards, indicadores, reuniões de acompanhamento e ferramentas para apoiar decisões da gestão.
INOVA TALENTOS
Marta Luz e equipe — Sustentabilidade Mensurável
Empresa: Innovapharma Brasil Farmacêutica
Bolsista cadastrada: Marta Pereira da Luz
Instituição de ensino/vínculo acadêmico: Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás)
Equipe: Marta Ferreira da Luz, Clara Recine Amore e Fabiana Vieira da Silva.
Resumo: O projeto propõe um sistema integrado de métricas, indicadores e ferramentas digitais para acompanhar e otimizar a sustentabilidade na cadeia produtiva da Rennova. A inovação aprimora a gestão ambiental, a tomada de decisões e a rastreabilidade dos insumos durante o ciclo produtivo. O foco é transformar informações ambientais em indicadores objetivos, mensuráveis e utilizáveis pela gestão empresarial.
Osmar Vieira da Silva e equipe — Fotodegradação de antibióticos
Empresa: Laboratório Teuto Brasileiro S.A.
Bolsista cadastrado: Osmar Vieira da Silva
Instituição de ensino: UniEvangélica (Anápolis)
Equipe: Osmar Vieira da Silva, Aretha Duarte, Lucas Danilo, Rafael Ravagnani da Costa e Rodrigo Nunes de Souza.
Resumo: Desenvolvido em parceria de PD&I entre Teuto e UniEVANGÉLICA, o projeto busca criar um processo fotocatalítico sustentável para degradar antibióticos presentes em efluentes reais da indústria farmacêutica. Utiliza análises por HPLC e testes com diferentes condições de pH, radiação e oxidantes seguros. A pesquisa combina química analítica, engenharia e saúde pública e busca chegar a um protótipo laboratorial com possibilidade de aplicação em escala industrial.
APRENDIZAGEM
Evaristo Afonso Siqueira Dutra — Programa de Aprendizagem AllRede
Empresa: AllRede Serviços Digitais
Resumo: O programa estrutura a aprendizagem como estratégia de formação e inclusão de jovens. Os participantes têm contato com atividades reais da empresa, lideranças e acompanhamento do RH, além de capacitações sobre segurança, ergonomia, ética, compliance, LGPD e segurança da informação. A proposta busca desenvolver competências técnicas e comportamentais e criar oportunidades de efetivação e crescimento profissional.
Adrieli Pereira da Silva — Programa de Aprendizagem Técnica em Eletromecânica
Empresa: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica
Resumo: O programa tem duração de 24 meses e selecionou 20 aprendizes para formação em Eletromecânica. Os primeiros seis meses foram concentrados na formação teórica e, depois, os jovens passaram à experiência prática na Manutenção Industrial. O programa utiliza matriz de habilidades, trilha de desenvolvimento, treinamentos e feedbacks periódicos e busca preparar os participantes para futura efetivação como técnicos nas áreas elétrica ou mecânica.
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